Almir Cortes_Palestra_UFPR

Ementa

Breve exposição baseada em algumas das principais ideias que venho trabalhando através de pesquisas desenvolvidas na área de performance em música popular. A partir das publicações: “Como se toca o baião: combinações de elementos musicais no repertório de Luiz Gonzaga”, “A cristalização da época de ouro como uma matriz estilística idealizada para fins de improvisação na música popular contemporânea” e “O uso do formato chorus para fins de improvisação na prática atual do choro”, serão expostas certas noções que caminham na direção de uma “prática musical reflexiva” – cujo objetivo principal é fomentar a investigação e reflexão teórica por meio da performance.

Almir Côrtes

Possui graduação em Instrumento (violão) pela Universidade Federal da Bahia-UFBA (2003), Mestrado (2006) e Doutorado (2012) em Música pela Universidade Estadual de Campinas-UNICAMP na área de Estudos instrumentais e Performance musical. Realizou estágio de um ano como pesquisador/artista visitante no Departamento de Jazz da Jacob’s School of Music na Indiana University (2010/PDEE-CAPES), e seis meses na College of Creative Arts da San Francisco State University (2013/BEPE-FAPESP). É integrante da Orquestra Filarmônica de Violas de Campinas. Em 2005, Conquistou o prêmio de melhor música instrumental no III Festival de Música Educadora FM / Bahia com a composição “Freveando”. Possui quatro CDs lançados e tem realizado concertos e oficinas no Brasil e no exterior, com especial destaque para sua participação nos eventos: Latin American Culture Celebration (2010), promovido pela Berklee School of Music e o Mandolin Symposium (2011, 2012) na Universidade de Santa Cruz, California – EUA. Atualmente é Professor Colaborador na Faculdade de Música da UNICAMP, onde desenvolve pesquisa de Pós-Doutorado (FAPESP). É membro do grupo de pesquisa “Música Popular: história, produção e linguagem” do Instituto de Artes da UNICAMP e atua principalmente nos seguintes temas: música instrumental brasileira, música popular, choro, frevo, baião, improvisação, bandolim, cavaquinho, guitarra, viola caipira e violão.

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